Não aceitas? sim é sim e não é não
Seguindo a frequencia do baile ancestral
Tuas lágrimas escorrem pelo meu punhal
Os risos e gritos tremulam ao vento
Nas noites utópicas do teu quintal
Sugerem vem vindo um novo tormento
Mas nada que possa te fazer mal
Teu busto, teu nome e teu vinho
São portais abertos de um mundo imortal
E os que tiver que deixar no caminho
São os que te fizeram o ser ideal
Expresso então ao ser atento por favor
Não corroi a tua bela alma com venenos
Pois nem mesmo todo um mundo de horror
Não é capaz de me fazer amar menos
(MACHADO. Marco)