Tenho sonhos perturbadores
Sonhos vívidos
Sonhos de morte
Vivenciando meus maiores temores
Estando entregue à própria sorte
Tenho medo desses sonhos
Pois não são apenas sonhos
Quando tenciono agir por medo de não faze-lo
Por fim do espírito afim de protege-lo
Como um soldado covarde que se esconde na trincheira
Enfurece-se e grita, sem eira nem beira
Mas se não na pira, este não atira
Assim como em meus sonhos
Sinto-os grandes e enfadonhos
E falta-me mais que apenas força para toca-los com a mão
Seria este coragem ou mais disposição
E até para tudo isto eu encontre a solução
Andarei admitindo a negação.
(Machado. Marco)
Nenhum comentário:
Postar um comentário