terça-feira, 1 de abril de 2025

Pégaso Negro

Quem nunca viu uma tempestade?
Ou nunca se sentiu assim pela metade?
Tiveramos tido antes a chance de ver ou gritar a verdade?
De verdade não há brincadeira com fogo em que algo não termine carbonizado 
Com sinceridade talvez soubesse que alguém certamente sairia machucado
É a dança da vida nas águas da chuva
São as sombras vividas no calor da doçura
Quem é você que acredita saber sem tentar o que há pra viver?
Se o amor fosse um rio amar então não seria um ardil
E ele não é? 
Se penetrar ao saber da transcendência olhará com clareza a pureza da tua essência
De Jung à sabedoria do Tao
Canções continuam a te dar ferramentas para aniquilar do que te fizeram podado
Vem a galopes alados em rumo ao meu coração 
Cravei-te aqui mesmo em minha mão
Meu Pégaso negro você não é mal
É a pedra fundamental do meu reino celestial 
(MACHADO. Marco)

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