Suspiro todas as manhãs
lembro-me do teu sorriso
a mais bela das maçãs
tão escuro e nada liso
O sol hoje não brilhou nem um pouquinho
e meu peito doeu tanto
esbarrei outra vez naquele espinho
engoli o choro por enquanto
sufocando o inferno no meu peito a explodir
pelas coisas que não posso confundir
por mais um momento no teu abstrair
contra a lei que insisto em transgredir
que você continua a me exigir
punição de crime algum
que eu continuo a me infligir.
(MACHADO. Marco)
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