A vida não é mais vida
Não é mais vívida
Mesmo o preto no branco
Ou o branco no preto
Em poesia eram dueto
Hoje se há cianureto
É avanço secreto
Tem se esvaido de todos os lados
E só ficam sofriementos pulmonados
Escolhidos a dedo
Nem ao menos invejo afortunados
Prazeres levemente tencionados
Agora são finalizados
A vilania então se me apresenta
Sem pensar me representa
Acalentam a razão em 8 de 80
Decerto nao relevo tal ferramenta
Mas em que vestimenta se avilta o pensamento?
Que vil placenta é esta que envolve o discernimento?
Certamente que não queria ver maldade em mim
Tanta culpa que se sugere a terceiros sem fim
Foi mesmo eu o bastião deste crepúsculo.
(MACHADO, Marco.)
Jogral Sem Identidade
quarta-feira, 7 de novembro de 2018
Vida Líiquida
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