Quando o sol do teu sorriso iluminava o meu olhar
Sentia em mim o paraíso me ensinando o que é amar
E quando em um segundo o mundo se fecha às minhas costas
Eu caminho sangrando preso ao eco de palavras impostas.
Tua sombra presa na minha memória
Serena, suave, implorando vitória
Tua pele presa na minha lembrança
Divina, robusta, implorando vingança
Um nó preso na minha garganta
Me guia, me bate, derruba e levanta.
A seiva que escorre no peito
A mesma que encharca meu leito
Que brinca, zombando meu feito
Com medo do olhar do sujeito
Mas fosse antes tudo que eu tinha
Parte do que desconhece
Queria não ser tudo que eu tinha
Pra ser aquele que te merece
Mas teu barco já não mais preso ao cais
Veleja, viaja, pra não voltar nunca mais
(Machado. Marco)
Jogral Sem Identidade
segunda-feira, 22 de maio de 2017
Preso
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