O qual me lembro tão bem
Tão terno e seguro como mais ninguém tem
As vezes me lembro dele pela tarde
Do cheiro de construção
As vezes me lembro da sorte
De ver o amor no meu irmão
Desperto disposto
Tranquilo e sereno
Ambíguo combatente
Mas não nos encaramos de frente
Quando viu dentro de ti teu encontro com tua alma gêmea
E soprou para o enfim depois que eu errei a senha
Mas ora, não se pode ganhar todas
Guardo somente então aquelas poucas
Numa lembrança do eterno
Sem pensar que não deu certo
Porque deu, está e dará
Enquanto por aqui eu estiver
Mesmo se você não quiser
Eu continarei a somente te amar
É só como aprendi a te ter
Sabendo que és uma parte de mim
Não deixaremos de ser assim
Então pra sempre te agradecer
(MACHADO. Marco)
Nenhum comentário:
Postar um comentário